
O Entendimento de Moksha
O destino de todas as almas é moksha, a liberação do retorno ao plano físico. Nossa alma então continua evoluindo no Antarloka e Shivaloka[1], e finalmente funde-se com Shiva ou Absoluto, semelhante à água que retorna ao oceano.
Moksha ocorre, quando o karma terreno é resolvido, o dharma bem representado e Deus completamente realizado.
Cada alma deve desempenhar da melhor forma, em suas muitas vidas, o Varna Dharma[2], ou quatro castas e viver, em suas vidas, variadas experiências, dentro desta ordem, para que não seja puxada de volta para o nascimento no plano físico em função de um ato não executado.
Todas as almas são destinadas a realizar moksha, mas não necessariamente nesta vida. Os hindus sabem disto e não se iludem acreditando que esta vida é a última. Estão a todo o momento procurando realizar suas funções da melhor forma, eles sabem que ainda há muito a ser feito para satisfação de sua vida. Existem outras metas, Purushasthas-dharma, justiça; Artha, riqueza e Kama, prazer.
Velhas almas renunciam a ambições terrenas e dedicam-se como Sannyasi[3] a busca de Parashiva ou Mahapurusha, regularmente desde a juventude. Como meta de suas vidas, todos os Hindus esforçam-se para Realização Interior, o plano da liberação.
Depois de Moksha, sutis karmas são gerados no interior do ser autêntico e rapidamente resolvidos, como se escritos na água. Assim para cada alma a evolução chega a Vishvagrasa, total absorção no absoluto (Mahapurusha).
Os Vedas dizem: “Se aqui um é capaz de realizar-se depois da morte do corpo físico, ele será liberado da escravidão do mundo”.
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